domingo, 31 de agosto de 2008

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

A Morte de Pinto da Costa


Pinto da Costa tem uma crise cardíaca e morre!
Claro que ele aparece no Inferno, onde o Diabo o aguardava.
O diabo diz-lhe:
- Nem sei o que fazer contigo. É evidente que estás na minha lista, porém não tenho mais lugares livres!
Depois de reflectir por alguns minutos diz:
- Já sei o que vou fazer: tenho aqui três pessoas que não são tão ruins como tu. Vou mandar uma delas para o Purgatório e tu deverás ficar no lugar dela.
Até te vou fazer um favor: poderás escolher quem deves substituir!
Pinto da Costa acha até que a proposta não está tão ruim quanto esperava e concorda.
O diabo abre a primeira porta.
Lá dentro está o seu amigo Reinaldo Teles numa piscina na qual ele nada sem parar, mas quando se aproxima da borda, a borda recua e continua a nadar, nadar e nadar...
- Não, diz Pinto da Costa. Sinto que não vou me dar bem: sou bom corredor mas mau nadador e acho que não conseguiria fazer isso o dia todo!
O Diabo o leva ao segundo compartimento.
O Baía está lá, com uma marreta enorme quebrando pedaços de uma pedra gigante.
- Não, diz Pinto da Costa. Tenho um tremendo problema na coluna e seria uma agonia perpétua se eu tivesse que quebrar pedras o tempo todo!
O Diabo abre a terceira porta.
Lá dentro está o L F Vieira deitado numa cama com pés e mãos amarrados. Debruçada sobre ele, Carolina Salgado faz o que ela melhor sabe fazer na vida: Sexo Oral!!!
Pinto da Costa olha para aquela cena incrível durante um momento e diz:
- OK, fico com esse castigo!
O Diabo sorri e diz:
- OK, CAROLINA, podes ir para o Purgatório!

Dúvida

Algo que me tem andado a intrigar é o facto de ultimamente só eu colocar posts neste blog.
O que é feito dos outros dois conspiradores?

E como não há duas sem três...

Patrão que rouba empregado de balcão
Tem o mundo na palma da mão.

Uma outra dedicatória

Patrão que rouba funcionário
Depressa fica milionário.

No Roubar é que está o Ganho

Este título é dedicado ao meu patrão.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Título...? epá não sei


Dêem-me um segundo que vou fazer um xixi...

...

Isto de ter um blog é uma coisa esperta porque, ou andamos sempre agarrados a isto e escrevemos, escrevemos sem nada dizermos, ou andamos dias e dias sem nada escrever porque não sabemos o que dizer.
Está a começar a dar-me a fome.
Aproveitem e regozijem-se com este momento porque eu com fome é algo como...vá...lá...um eclipse.
Chego a casa depois de ter apanhado uma sangria, três superes bockeses na rulote e finalmente o metro, e dou por mim sentado no computador a passear, no modo sentado, quase estático, lá para os lados do msn.
Conto ao meu amigo, que é um amigo meu, que no lado oposto da linha do metro, direcção baixa-chiado...aliás, agora já é santa apolónia-chiado. Desculpem acho que é só santa...a Polónia, está um gajo algo estranho (em pleno verão ainda que não muito calorento) com uma gabardine preta, condizente com a côr da sua pele (não fossem as calças de ganga e julgaria-o como um exibicionista) a fazer um pica, uma ganza, de costas viradas para o utente mais próximo que partilhava o mesmo conjunto de bancos de espera da estação da tão internacionalmente conhecida e afamada estação do colégio militar-luz.
Lá venho eu, invejoso para casa, por saber que não existe a mais pequena particula acastanhada dentro de nada que possa caber e desfazer num cigarro nos meus bolsos ou no meu lar.
O desconforto do peso de doze superes bockeses e de uma ressaca do dia seguinte convida-me a não pensar nisso e é a pensar nisso que não estou a pensar no que estou a escrever.
Pois que tenho tenho as férias a três dias de distância e dou por mim e já as comecei.
Mas foi sem querer...ou sem crer, porque é dificil de acreditar no que é bom demais para ser verdade.
Pois é...
A verdade é que vocês estão muito bem entretidos a ler este post mas eu estou na merda porque já não sei o que vou escrever.
Enfim....
Há que ter paciência para este tipo de ciência chamado peso na consciência.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Crises


Elaboradas sentenças de morte
Escolhidas a fio pelo acaso e pela sorte
Alegrias alérgicas a alergias alegres
Curandeiras milagrosas de milagres com febres.
Gostava de ser condenado pelo que não fiz.
Por nada ter feito, fiz de mim um infeliz
Não sou ninguém nem o quis ser.
Para ser alguém e morrer,
mais vale ser ninguém enquanto viver.
Não se vai sentir quando se perder.
Não se vai perder quando não se aperceber.

Amor


Estou revoltado, estou fodido e caguei nesta merda toda.
Odeio tudo o que mexe e tudo o que respira.
Odeio tudo o que está inanimado e estático.
Odeio-me Odeio-te e Odeio-me outra vez.
Isto passa.
Se não passar, odeiem-me.
Peço-vos encarecidamente que antes me odeiem a confundirem-me com algo adorável.
Odeio o banal e a rotina.
Odeio a sociedade e ter que conviver com ela.
Perdi o gosto por gostar do que quer que seja.

Animais

Os animais são lindos e as pessoas são feias. Cheiram mal e escondem-se atrás de odores que não os seus.
Não gosto sequer de ser uma pessoa.
Queria ser um bicho e consolar-me na corrente que me prende na presilha do abismo da braguilha por fechar a pingar a pingar.